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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

RESENHA: Princesa Mecânica, de Cassandra Clare


Título original: Clockwork Princess
Autora: Cassandra Clare
Ano de lançamento: 2013
Editora: Record
Nota: 4/5

"Continuação de Príncipe mecânico, “Princesa Mecânica” é ambientado no universo dos Caçadores de sombras, também explorado na série Os Instrumentos mortais, que chega agora ao cinema. Neste volume, o mistério sobre Tessa Gray e o Magistrado continua. Mas enquanto luta para descobrir mais sobre o próprio passado, a moça se envolve cada vez mais num triângulo amoroso que pode trazer consequências nefastas para ela, seu noivo, seu verdadeiro amor e os habitantes do Submundo."

A resenha de hoje é do livro Princesa Mecânica, lançado recentemente pela Record. Esse livro é o final da trilogia As Peças Infernais, escrita por Cassandra Clare - que também escreveu a famosa coleção Os Instrumentos Mortais. Ambas coleções se passam no mesmo mundo, ou seja, um mundo com anjos, demônios, vampiros, bruxos, fadas, entre outras criaturas sobrenaturais. No entanto, a história acontece em Londres, em meados do século XIX. Eu pessoalmente, gosto mais dessa coleção do que da outra, tanto com relação aos personagens, quanto ao próprio enredo. Recomendo a leitura dela, então se não leu, leia a coleção,  mas não leia essa resenha porque vão ter spoilers dos primeiros dois livros.

No início do livro,  a Tessa está noiva do Jem, enquanto Will, livre de sua maldição, está reprimindo seus sentimentos para a alegria do seu parabatai. Mas, mais importante que isso, o Magistrado está se fortalecendo e em segredo então não tem como saber contra o que eles estão lutando precisamente. Além disso, os outros nephilim não os apoiam na luta contra o Magistrado porque o Cônsul está indo contra eles por ter medo da Charlotte tomar seu lugar. Além disso, as origens de Tessa tentam ser desvendadas durante toda a obra, gerando um novo conflito. E a doença de Jem piora cada vez mais, além do yin fen que ele tinha acabar. Outros conflitos importante é a relação dos irmãos Lightwood com as pessoas do instituto, que se desenvolve e a chegada e adaptação da irmã do Will no instituto.

Então, já deu pra perceber que muita coisa acontece no livro né? Mas apesar de muitos acontecimentos e a mudança de ponto de vista, que ocorre com frequência, o livro não fica confuso. Por isso o livro é um pouco maior (minha versão é em inglês, mas tem mais de 500 páginas), mas não é chato. Também, além da história ser super completa e cheia de reviravoltas, os personagens são muito apaixonantes. O Jem é simplesmente perfeito da sua maneira fofa, e o Will com seu sarcasmo constante é apaixonante. Juro que não sabia como a autora ia conseguir resolver esse triangulo amoroso. Mas ela conseguiu de maneira brilhante. 

Acontecem muitas coisas inesperadas durante todo o livro e os diferentes conflitos fazem com que você não queira largar o livro hora nenhuma. Cassandra escreveu esse livro de maneira brilhante. O único motivo de não ser 5 estrelas é porque apesar de tudo é sim mais uma história que você lê para passar o tempo e gosta muito, no entanto, pelo menos pra mim, não é um livro super marcante igual um cinco estrelas deve ser. Não é o melhor livro do mundo, mas é muito bom e eu recomendo a leitura da coleção toda.

Até a próxima postagem!
Letícia



terça-feira, 29 de outubro de 2013

ADAPTAÇÃO: Cidade dos Ossos


Clary Fray (Lilly Collins) presenciou um misterioso assassinato, mas ela não sabe o que fazer porque o corpo da vítima sumiu e parece que ninguém viu os envolvidos no crime. Para piorar a situação, sua mãe desapareceu sem deixar vestígios e agora ela precisa sair em busca dela em uma Nova Iorque diferente, repleta de demônios, magos, fadas, lobisomens, entre outros grupos igualmente fantásticos. Para ajudá-la, Fray conta com os amigos Simon (Robert Sheehan) e o caçador de demônios Jace Wayland (Jamie Campbell Bower), mas acaba se envolvendo também em uma complicada paixão.

O post de hoje é sobre o filme Cidade dos Ossos, dirigido por Harald Zwart (para ver resenha do livro clique aqui).

Recentemente (ou nem tanto), foi lançada uma adaptação cinematográfica de Cidade dos Ossos, livro de Cassandra Clare.  O filme foi muito esperado por todos já que, além dos fãs, o filme foi muito bem divulgado.

O elenco do filme é muito bom, apesar de não ser muito conhecido – com exceção do Jamie Campbell Bower, o Jace, conhecido por papeis em sagas famosas como Harry Potter e Crepúsculo. Além de bons, os atores são parecidos fisicamente com os personagens, e mesmo com alguma diferença (como o Robert Sheehan, que interpreta o Simon), não é nada ao extremo.

Achei o filme, sozinho, bom; pois há uma explicação do mundo inédito introduzido – apesar de não tão completa como a do livro, obviamente. Os momentos de romance foram bem misturados com o de aventura, além de ter a presença de momentos de comédia, suspense etc. O filme, como todas as grandes produções, é cheio de efeitos especiais, e esses foram bem feitos.

A adaptação também é boa, apesar de ter sofrido algumas grandes mudanças. O que poucos fãs tem em mente, é que o filme não pode ser uma copia total do livro já que além de não haver tempo o suficiente no longa para isso, é somente uma adaptação. Os produtores mantiveram as partes mais importantes, o conflito principal, os personagens, tudo ficou bem parecido. 

Tiveram no entanto algumas mudanças drásticas, como na revelação feita no final que, apesar de a mesma, é feita de maneira completamente diferente. Outra coisa que não gostei foi a pouca atenção que deram aos personagens secundários, apesar de isso ser necessário ao adaptar. Os Instrumentos Mortais é uma saga onde os personagens secundários são bem bolados e interessantes, então seria legal se aparecessem mais.

Levando tudo em consideração, o filme é muito bom e bem adaptado. É difícil agradar a todos em uma adaptação pois ao ler o livro todos o imaginam da melhor maneira nas telas. No entanto, Harald fez um bom trabalho e o filme acabou sendo melhor do que eu esperava.

E vocês, gostaram? Deixe sua opinião aqui em baixo!

Lets.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

RESENHA: Cidade dos Ossos, de Cassandra Clare


Título Original: City Of Bones
Autora: Cassandra Clare
Ano de lançamento: 2010
Editora: Galera Record
Nota: 3/5

"Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando a jovem Clary decide ir para Nova York se divertir numa discoteca, ela nuca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece no ar e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria."



A resenha de hoje é sobre o livro Cidade dos Ossos, da Cassandra Clare. O livro faz parte da série Os Instrumentos Mortais, série de grande sucesso e já tem até filme, que lançou a pouco tempo nos cinemas (e também foi bem sucedido).

O livro conta a história de Clary, uma garota de 15 anos que vive em Nova York com sua mãe. A história começa com ela indo a uma boate com seu amigo, onde presencia um assassinato. Porém só Clary vê o acontecimento e os adolescentes misteriosos que mataram a vitima – cujo corpo desapareceu, deixando-a sem provas.

Acreditando ter imaginado toda a cena – assim como todos que a escutaram – ela tenta ignorar o acontecimento e prosseguir com sua vida, até que ela vê um dos garotos que estavam na boate e resolve confrontá-lo. Ele explica que ela não é uma garota normal, e sim uma Caçadora de Sombras, que são os responsáveis por matar demônios e por manter a paz entre as criaturas do submundo – vampiros, lobisomens, feiticeiros, fadas entre outros.

Clary não acredita nele mas, quando volta pra casa e descobre que sua mãe está desaparecida e encontra um demônio, se vê no meio de um novo mundo. Determinada a achar a mãe, ela busca conhecer melhor tudo o que foi escondido dela por tantos anos. E para isso tem a ajuda dos jovens vistos na boate – entre eles Jace, o garoto lindo e sarcástico que a confrontou – e de seu amigo Simon, que apesar de ser um simples mundano (termo para os humanos) sempre tenta a ajudar.

O livro é bom, trazendo um novo universo e mesmo tendo criaturas já existentes – vampiros e lobisomens, por exemplo – ele as muda e coloca num outro contexto, obtendo um mundo inédito e fascinante.

No entanto o livro tem grandes clichês, como o garoto misterioso e irresistível e o melhor amigo apaixonado, além da garota que não se acha nada de mais e faz todos se apaixonarem por ela mesmo assim – o típico triangulo amoroso. Admito que adoro as respostas sarcásticas do Jace durante o livro e o fato da mistura do romance e da aventura. O início do livro é meio parado, mas sem duvida o final compensa, pois além de ter mais ação, tem também uma grande revelação.

Recomendo o livro principalmente para meninas entre 12 e 16 anos que gostem de romance e aventura  essas devem gostar do livro, mas confesso que não está na minha lista de favoritos (apesar de eu ter lido os 4 primeiros da coleção).

Vejo vocês em breve,

Lets.